Hummmmmm pra pensar.... mas concordo, viu ? Tudo que exige ordem demais, sei não, acaba desandando.... obrigada sempre pelos teus comentários ! Ótimo final de semana !
paradoxal? quase nada. que até pra desandar precisamos de passos certos. a gente parece nunca saber, mas tudo em nós cobra um pouco de eloquência. deveriamos só dar então.
Olá amiga! Estava passando, quando de repente, avistei um belo espaço. Daí, para satisfazer a minha curiosidade, invadi, gostei e não resisti em dizer que: se existe mais ordem no caos, a superioridade da ordem não permite que haja mais caos na ordem.
Calem-se ventos uivantes da noite sem estrelas, Deixe-nos provar do sabor da solidão, Não nos comoverá com sua indescência sóbria e insensata de invadir nosso espaço! Não nos deixará medrosos e impacientes com sua medonha face! Vá-te embora e seja feliz nos brejos dos infelizes!
Hummmmmm pra pensar....
ResponderExcluirmas concordo, viu ?
Tudo que exige ordem demais, sei não,
acaba desandando....
obrigada sempre pelos teus comentários !
Ótimo final de semana !
Algo para reflexão intensa...
ResponderExcluirBom Domingo...
beijo sem caos...
Talvez ela mesma estivesse imersa em caos. O que não duvido, tendo em vista que somos tão confusos quando o assunto é ordem.
ResponderExcluirBeijo, Lê!
paradoxal? quase nada.
ResponderExcluirque até pra desandar precisamos de passos certos. a gente parece nunca saber, mas tudo em nós cobra um pouco de eloquência. deveriamos só dar então.
pensante .. :*
Olá amiga! Estava passando, quando de repente, avistei um belo espaço. Daí, para satisfazer a minha curiosidade, invadi, gostei e não resisti em dizer que: se existe mais ordem no caos, a superioridade da ordem não permite que haja mais caos na ordem.
ResponderExcluirPerdoe-me pelas baboseiras.
Beijos,
Furtado.
Calem-se ventos uivantes da noite sem estrelas,
ResponderExcluirDeixe-nos provar do sabor da solidão,
Não nos comoverá com sua indescência sóbria e insensata de invadir nosso espaço!
Não nos deixará medrosos e impacientes com sua medonha face!
Vá-te embora e seja feliz nos brejos dos infelizes!