e ela que era tão plenaque era febre e volúpia
se via dissipar em sensações
e na pele fria
o incerto caminho.
e ela que quisera ser tão forte
escorria doçurastransbordava desejo
e era carne.o vento a tocar a pele
o silêncio perdido entre palavrassem sentido, sentido, apenas ser.
banalidades ditas
e esse tremer de ossos.as estrelas, testemunhas, a tingir o céu de brilho
e a lua a sorrir compactuava com sua poesia.
e ela que sempre foi de olhar a noite,
catar estrelas e cantar para a luahoje viu o firmamento dentro dos teus olhos
e dormiu, inverno de si.
21.06.2011
Belo! Muito belo!...
ResponderExcluirAs palavras despertam todos os sentimentos, todos os sonhos, todos os desejos!
Beijos,
AL